Aquele não é um endereço qualquer. A placa de madeira pendurada no alto do portal da entrada, onde se lê “Yle Asè Egi Omim”, dá uma pista. Após passar por um assentamento de Exu com velas brancas acesas, seguir o caminho com espadas de São Jorge plantadas e pisar no terreno de terra batida, o visitante já não tem mais dúvidas: está dentro de um terreiro de candomblé.
É nesse “quilombo urbano”, orientado pela ialorixá Wanda d’Omolú – e onde moram vários de seus filhos de santo, que mantém o espaço com capricho -, que a roda rola solta. Ou melhor, com uma certa dose de cerimônia. É que ali a coisa é séria. Se desenrola sob preceitos ancestrais. O que isso quer dizer?
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Fonte: Yahoo




