Vítimas de intolerância religiosa e familiares de rezadeiras (nhandecy) e rezadores (nhanderu) perseguidos e dois pastores indígenas evangélicos narram no vídeo como foram e são afetados pelas entrada das igrejas neopentecostais e falam do “racismo religioso, esse mal que percorre os territórios indígenas”, como o descreve a Kuñangue Aty Guasu, a maior assembleia de mulheres Guarani Kaiowá, que há seis anos registra violências nos territórios Guarani e Kaiowá no Cone Sul de MS, incluindo a queima de casas de rezas, também retratadas no vídeo de Luan e Valdineia. Segundo um relatório publicado neste ano pela Aty Guasu, durante a pandemia no governo Bolsonaro, os crimes de ódio religioso se multiplicaram.
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Fonte: A Publica




