Os primeiros conglomerados urbanos brasileiros favoreceram a elite branca. Os brasileiros à margem — a grande maioria dos povos originários, negros e mestiços de menor poder aquisitivo — foram alijados do desenvolvimento. E não se arquitetaram movimentos coordenados de reparação, mesmo após a Abolição da Escravatura, em 1888, e a República, um ano depois. As periferias brasileiras existem pois cidadãos foram expulsos dos centros de atenção, negligenciados e sem representação. Quem é de periferia não está no poder, e isso reforça o modelo concentrador de privilégios.
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Fonte: O Globo




