O projeto conta com a participação de voluntários, membros e servidores, e visa também a instituição de “espaços de discussão democrática”, considerando a transversalidade das pautas. O MPDFT acredita que esse trabalho ajudará a estruturar a instituição para o aprimoramento das atividades nessa área. À reportagem, o órgão especificou que, agora, os próximos passos do comitê envolvem a realização de diagnóstico interno e a discussão, por membros e servidores, sobre possíveis iniciativas para incorporar, ainda mais, a equidade de gênero, raça e diversidade no ambiente e nas relações de trabalho, bem como o desenvolvimento de uma clara cultura de atuação institucional nesse sentido.
Clique aqui para acessar a matéria completa.
Fonte: Jornal de Brasília




