Bem mais do que conseguir um novo título acadêmico, o ingresso da arquiteta Carina Guedes, de 38 anos, no mestrado em 2013 tinha o objetivo de sanar um incômodo. A inquietação tinha raiz na visão tradicional de que a Arquitetura era uma área muito restrita a pessoas com maior poder aquisitivo, sendo pouco acessível às demandas sociais. O desejo de destoar dessa percepção elitista impulsionou o seu engajamento em uma pesquisa voltada para necessidades habitacionais, que foi o embrião para desenvolver um projeto de empoderamento feminino na periferia via construção civil.
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Fonte: Jornal de Brasília




