1. SABERES VIVOS

Trazendo a ideia de conhecimento de Nego Bispo, importante liderança quilombola, o conhecimento é um processo de aprendizado que tem seu tempo e é aprendido de forma oralizada e ancestral. Em suma, o pensamento de Nego Bispo é uma crítica contundente ao colonialismo e uma valorização dos saberes ancestrais como ferramentas de resistência, construção de identidades e construção de um mundo mais justo e equilibrado.

O que contempla:

  • Saberes Ancestrais: Povos Tradicionais de Terreiro e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Comunidades Quilombolas e Ribeirinhos e sua contribuição sociocultural brasileira.
  • Educação antirracista, formação comunitária, práticas tradicionais.
  • Territórios sagrados e memórias.
  • Produções de artistas comunitários e locais.

Exemplos de conteúdo:

  • Matérias sobre as “mestras e mestres do saber”.
  • Reportagens sobre escolas quilombolas, terreiro como espaço educativo, juventude indígena e negra em universidades.
  • Matérias sobre cura, ervas, línguas originárias, música sagrada.
  • Agenda de eventos culturais como festas de matriz africana e rituais indígenas.

O discurso de ódio contra negros tem características de eliminação

< < discurso de ódio contra pessoas negras: como é, onde vive, como persiste > > Luciana Barreto, influência nacional na agenda antirracista e pró-gênero e jornalista consolidada, traz de forma muito cirúrgica elementos que podem desarmar o ódio direcionado a pessoas negras, como fruto de seu livro “Discurso de Ódio contra Negros nas redes sociais”.

Lei 10.639/03: pesquisa inédita traz práticas inspiradoras de seis municípios que promovem o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira

Fortalecer equipes guardiãs da agenda de educação antirracista, garantir previsão orçamentária e realizar formação continuada de professores são algumas das ações feitas pelas seis Secretarias Municipais de Educação apresentadas no estudo “Lei 10.639/03 na prática: experiências de seis municípios no ensino de história e cultura africana e afro-brasileira”, de Geledés Instituto da Mulher Negra e Instituto Alana, lançado nesta terça-feira, 20 de fevereiro. Baixe a pesquisa.

Dia Nacional da conquista do voto feminino

Passando em pleno sábado para lembrar o 24 de fevereiro de 1932, quando as mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto. A importância histórica da data é inegável, tanto como afirmação das lutas e conquistas dos movimentos feminista e de contestação à “República Velha” (1989 – 1930), quanto pelo que revela da força do voto feminino para a transformação da realidade social brasileira no presente.