- SABERES VIVOS
Trazendo a ideia de conhecimento de Nego Bispo, importante liderança quilombola, o conhecimento é um processo de aprendizado que tem seu tempo e é aprendido de forma oralizada e ancestral. Em suma, o pensamento de Nego Bispo é uma crítica contundente ao colonialismo e uma valorização dos saberes ancestrais como ferramentas de resistência, construção de identidades e construção de um mundo mais justo e equilibrado.
O que contempla:
- Saberes Ancestrais: Povos Tradicionais de Terreiro e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Comunidades Quilombolas e Ribeirinhos e sua contribuição sociocultural brasileira.
- Educação antirracista, formação comunitária, práticas tradicionais.
- Territórios sagrados e memórias.
- Produções de artistas comunitários e locais.
Exemplos de conteúdo:
- Matérias sobre as “mestras e mestres do saber”.
- Reportagens sobre escolas quilombolas, terreiro como espaço educativo, juventude indígena e negra em universidades.
- Matérias sobre cura, ervas, línguas originárias, música sagrada.
- Agenda de eventos culturais como festas de matriz africana e rituais indígenas.
Recentemente, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que, pela primeira vez desde 1872, o número de pessoas que se autodeclaram pardas no Brasil superou o de brancas. Em 2022, época em que o Censo foi realizado, 92,1 milhões de pessoas se reconheciam como pardas.
< < discurso de ódio contra pessoas negras: como é, onde vive, como persiste > > Luciana Barreto, influência nacional na agenda antirracista e pró-gênero e jornalista consolidada, traz de forma muito cirúrgica elementos que podem desarmar o ódio direcionado a pessoas negras, como fruto de seu livro “Discurso de Ódio contra Negros nas redes sociais”.
A escritora será a primeira mulher negra imortalizada pela Academia e vai ocupar a cadeira número 40, que foi fundada por Pinto de Moura e tem como patrono Visconde de Caeté.
Conheça a história da conquista do voto feminino no Brasil
Livremente inspirada no livro homônimo do jornalista e ativista social Manoel Soares, a peça venceu o edital Sesc RJ Pulsar e foi indicada ao Prêmio Shell de melhor cenário 2023.
Fortalecer equipes guardiãs da agenda de educação antirracista, garantir previsão orçamentária e realizar formação continuada de professores são algumas das ações feitas pelas seis Secretarias Municipais de Educação apresentadas no estudo “Lei 10.639/03 na prática: experiências de seis municípios no ensino de história e cultura africana e afro-brasileira”, de Geledés Instituto da Mulher Negra e Instituto Alana, lançado nesta terça-feira, 20 de fevereiro. Baixe a pesquisa.
“Olha como o conhecimento ajuda a gente a mudar a imagem das coisas.”
A frase acima foi dita pela professora @laviniarocha após dar aulas sobre a África para os seus alunos. Antes, eles conheciam pouca coisa sobre o continente e a maioria das imagens que tinham era negativas.
Passando em pleno sábado para lembrar o 24 de fevereiro de 1932, quando as mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto. A importância histórica da data é inegável, tanto como afirmação das lutas e conquistas dos movimentos feminista e de contestação à “República Velha” (1989 – 1930), quanto pelo que revela da força do voto feminino para a transformação da realidade social brasileira no presente.
É difícil ser negro e intelectual no Brasil…
Milton Almeida dos Santos, foi um geógrafo, escritor, cientista, jornalista, advogado e professor universitário brasileiro. Considerado um dos mais renomados intelectuais do Brasil no século XX, foi um dos grandes nomes da renovação da geografia no Brasil ocorrida na década de 1970.
Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, ampliou a seleção de projetos que atuam pela valorização das pessoas idosas em comunidades tradicionais.