1. SABERES VIVOS

Trazendo a ideia de conhecimento de Nego Bispo, importante liderança quilombola, o conhecimento é um processo de aprendizado que tem seu tempo e é aprendido de forma oralizada e ancestral. Em suma, o pensamento de Nego Bispo é uma crítica contundente ao colonialismo e uma valorização dos saberes ancestrais como ferramentas de resistência, construção de identidades e construção de um mundo mais justo e equilibrado.

O que contempla:

  • Saberes Ancestrais: Povos Tradicionais de Terreiro e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Comunidades Quilombolas e Ribeirinhos e sua contribuição sociocultural brasileira.
  • Educação antirracista, formação comunitária, práticas tradicionais.
  • Territórios sagrados e memórias.
  • Produções de artistas comunitários e locais.

Exemplos de conteúdo:

  • Matérias sobre as “mestras e mestres do saber”.
  • Reportagens sobre escolas quilombolas, terreiro como espaço educativo, juventude indígena e negra em universidades.
  • Matérias sobre cura, ervas, línguas originárias, música sagrada.
  • Agenda de eventos culturais como festas de matriz africana e rituais indígenas.

Por que a demarcação de Terras Indígenas não avança? Entenda

Oito Terras Indígenas homologadas, três identificadas e nenhuma declarada. Este é o saldo do primeiro ano de gestão do Governo Lula em relação à demarcação de Terras Indígenas (TIs). Assim, o Brasil sai de um jejum de cinco anos sem demarcações, chegando ao total de 511 TIs com processos de demarcação finalizados. Mas, ainda faltam 255 Terras Indígenas com seu processo de demarcação já iniciado e não finalizado.

MPF atua para que indígenas e povos tradicionais tenham pleno acesso ao voto

As populações indígenas ainda enfrentam muitas dificuldades para exercer os direitos políticos no Brasil, como a falta de documentos exigidos para a votação e as grandes distâncias das seções eleitorais. Diante isso, o MPF recomendou a seus membros e ao Ministério Público Eleitoral que trabalhem juntos para garantir o pleno exercício do voto pelas populações tradicionais nas eleições deste ano.

CNJ cria programa para negros e indígenas em meio a cobrança por diversidade no Judiciário

Iniciativa do conselho concede bolsas em cursos preparatórios para exame da magistratura e concursos.
Em meio a cobranças pelo aumento de diversidade no Judiciário, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) lança nesta terça-feira (20) um programa de concessão de bolsas para pessoas negras e indígenas em cursos preparatórios para provas da magistratura.