- SABERES VIVOS
Trazendo a ideia de conhecimento de Nego Bispo, importante liderança quilombola, o conhecimento é um processo de aprendizado que tem seu tempo e é aprendido de forma oralizada e ancestral. Em suma, o pensamento de Nego Bispo é uma crítica contundente ao colonialismo e uma valorização dos saberes ancestrais como ferramentas de resistência, construção de identidades e construção de um mundo mais justo e equilibrado.
O que contempla:
- Saberes Ancestrais: Povos Tradicionais de Terreiro e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Comunidades Quilombolas e Ribeirinhos e sua contribuição sociocultural brasileira.
- Educação antirracista, formação comunitária, práticas tradicionais.
- Territórios sagrados e memórias.
- Produções de artistas comunitários e locais.
Exemplos de conteúdo:
- Matérias sobre as “mestras e mestres do saber”.
- Reportagens sobre escolas quilombolas, terreiro como espaço educativo, juventude indígena e negra em universidades.
- Matérias sobre cura, ervas, línguas originárias, música sagrada.
- Agenda de eventos culturais como festas de matriz africana e rituais indígenas.
Fazendas de gado que abastecem os três maiores frigoríficos do Brasil – JBS, Marfrig e Minerva – desmataram em Mato Grosso, em menos de dois anos, uma área de Cerrado equivalente a toda parte urbana de Brasília e arredores, de acordo com um relatório inédito da organização britânica Global Witness analisado com exclusividade no Brasil por SUMAÚMA. O estudo mostra ainda que a maior parte dessa destruição ocorreu de maneira ilegal. Em 2023, o Cerrado ultrapassou a Amazônia e voltou a ser o bioma mais desmatado do país, o que não acontecia desde 2018. A metade de sua cobertura florestal já foi destruída para dar lugar a pasto, lavouras – principalmente de soja, milho e algodão – e cidades.
Compreender a Ilha do Marajó para além do senso comum é fundamental para entendermos a urgência e a necessidade de garantirmos uma infância e adolescência livre do abuso e da exploração sexual em todos os lugares do nosso país!
O DJ Eric Terena (@ericterena) respira música desde cedo. Seu povo, os Terena, da Terra Indígena Cachoeirinha, no Pantanal sul-mato-grossense, é muito musical. Ele é instrumentista desde a infância, seus primos têm uma banda indigena de rock, a Control A, seu pai trabalha em uma rádio e toda a família canta e dança.
Presidentes do Brasil entre 1964 e 1969, durante o regime militar, os marechais Humberto de Alencar Castello Branco e Arthur da Costa e Silva receberam da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, os títulos honoríficos de doutor e professor honoris causa.
Oito Terras Indígenas homologadas, três identificadas e nenhuma declarada. Este é o saldo do primeiro ano de gestão do Governo Lula em relação à demarcação de Terras Indígenas (TIs). Assim, o Brasil sai de um jejum de cinco anos sem demarcações, chegando ao total de 511 TIs com processos de demarcação finalizados. Mas, ainda faltam 255 Terras Indígenas com seu processo de demarcação já iniciado e não finalizado.
Uma portaria assinada pela ministra Sonia Guajajara e publicada na semana passada no Diário Oficial da União (DOU) institui o Comitê de Coordenação, Implementação e Monitoramento de Decisões Internacionais.
As populações indígenas ainda enfrentam muitas dificuldades para exercer os direitos políticos no Brasil, como a falta de documentos exigidos para a votação e as grandes distâncias das seções eleitorais. Diante isso, o MPF recomendou a seus membros e ao Ministério Público Eleitoral que trabalhem juntos para garantir o pleno exercício do voto pelas populações tradicionais nas eleições deste ano.
Como se não bastasse enfrentar o garimpo e a consequente crise humanitária (gripe, malária, desnutrição, estupros, violência, mortes e destruição do meio ambiente), o povo Yanomami sofre agora com uma série de incêndios que devasta suas casas comunitárias, suas roças e bens de subsistência.
Iniciativa do conselho concede bolsas em cursos preparatórios para exame da magistratura e concursos.
Em meio a cobranças pelo aumento de diversidade no Judiciário, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) lança nesta terça-feira (20) um programa de concessão de bolsas para pessoas negras e indígenas em cursos preparatórios para provas da magistratura.
O mais belo dos belos celebrou este marco aos olhos de baianos e turistas maravilhados com a beleza, e com os rituais do primeiro bloco afro do Brasil.