Neste contexto, o trabalho é realizado no tempo da comunidade de forma comunitária e de maneira natural, sem a imposição capitalista que impõe uma produtividade exacerbada e um ritmo que te enquadra em infinitas horas exaustivas.

 

O que contempla:

  • Inclusão produtiva, economia solidária, combate ao trabalho escravo e infantil.
  • Experiências tradicionais na comercialização de produtos, podendo conter notícias de programas do governo que realizam esse tipo de parceria.
  • A prática do bem viver para os Povos Originários e para os Povos e Comunidades Tradicionais (agroecologia, pesca artesanal, renda com identidade – práticas sustentáveis que os povos utilizam e que não destrói o meio ambiente).
  • Trabalho doméstico, empreendedorismo negro e feminino – Apoio e fomento à geração de renda e à economia solidária.

 

Exemplos de conteúdo:

  • Matéria sobre cooperativas de mulheres quilombolas, ribeirinhas, negras e periféricas.
  • Dossiês sobre violações trabalhistas em comunidades tradicionais.
  • Série “Àwúre Empreende” com perfis de pequenos negócios de matriz ancestral.

Argentina só habilitará motoristas que fizerem curso de igualdade de gênero no trânsito

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Trabalho Escravo e Gênero: Quem são as Mulheres Escravizadas?

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Uma nova parceria entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) irá permitir que mulheres vítimas de escalpelamento no norte do Brasil recebam capacitação gratuita sobre empreendedorismo. A iniciativa prevê a elaboração de curso online com até 50 vagas e tem como objetivo fomentar a…

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o UNOPS, organismo das Nações Unidas especializado em gestão de projetos, realizarão uma pesquisa com mulheres vítimas de acidente com escalpelamento do Pará e do Amapá. O trabalho tem como objetivo compreender a situação destas mulheres para desenvolver um curso gratuito sobre empreendedorismo e pequenos negócios. As mulheres…