Neste contexto, o trabalho é realizado no tempo da comunidade de forma comunitária e de maneira natural, sem a imposição capitalista que impõe uma produtividade exacerbada e um ritmo que te enquadra em infinitas horas exaustivas.
O que contempla:
- Inclusão produtiva, economia solidária, combate ao trabalho escravo e infantil.
- Experiências tradicionais na comercialização de produtos, podendo conter notícias de programas do governo que realizam esse tipo de parceria.
- A prática do bem viver para os Povos Originários e para os Povos e Comunidades Tradicionais (agroecologia, pesca artesanal, renda com identidade – práticas sustentáveis que os povos utilizam e que não destrói o meio ambiente).
- Trabalho doméstico, empreendedorismo negro e feminino – Apoio e fomento à geração de renda e à economia solidária.
Exemplos de conteúdo:
- Matéria sobre cooperativas de mulheres quilombolas, ribeirinhas, negras e periféricas.
- Dossiês sobre violações trabalhistas em comunidades tradicionais.
- Série “Àwúre Empreende” com perfis de pequenos negócios de matriz ancestral.
Independentemente do seu gênero, é possível aprender lições importantes sobre como investir melhor. Um estereótipo que se tem de mulheres é que elas são mais gastadoras, avessas a risco e despreocupadas com o futuro, o que não é suportado por evidências de pesquisas acadêmicas. Clique aqui para acessar a matéria completa. Fonte: Economia Uol
Uma mulher que foi libertada de cárcere privado, em outubro do ano passado, em Salvador, ganhou um “dia de princesa”. O presente, que incluiu hidratação nos cabelos, unhas feitas, design de sobrancelhas e maquiagem, foi uma promessa feita pela comandante da Base Comunitária do Calabar, capitã Aline Muniz, quando a vítima foi resgatada com os três filhos. Patrícia…
Ela caminhou por linhas tortuosas do mapa da América Latina. Saiu da periferia de Guarulhos, atravessou o Caribe para estudar artes visuais em Cuba, reencontrou-se na Bolívia, fixou-se na Argentina. Ela queria conhecer o mundo, atingir corações, fazer sorrir e chorar. Shirlene Oliveira nasceu para o tango. Morando desde 2012 em Buenos Aires, a mulher…
“Uma das lutas dos povos indígenas foi para que o Estado o nos reconhecesse como seres humanos e cidadãos”, assim Kaê Guajajara, cantora indígena e educadora, chamou a atenção para a importância da luta pela cidadania, o conjunto de direitos e deveres de cada um (a) para que todos e todas possam viver de forma digna…
O Ministério Público do Trabalho no Pará e no Amapá (MPT) e o UNOPS, escritório das Nações Unidas para serviços de projetos, finalizaram, este mês, uma formação inédita, voltada para mulheres vítimas de escalpelamento. O curso, com foco em empreendedorismo e empoderamento feminino, envolveu 34 mulheres, que tiveram a oportunidade de aprender conceitos básicos para…
Esta é a sétima edição da feira, que é organizada pelo Departamento de Políticas Públicas para as Mulheres (DPPM) da prefeitura da capital. Conforme a organização, o objetivo do evento é valorizar e incentivar a geração de renda, promover a autoestima e a melhoria na qualidade de vida de mulheres empreendedoras de baixa renda, além…
O primeiro tratado internacional sobre violência e assédio no mundo do trabalho entra em vigor em 25 de junho de 2021 – dois anos depois de ter sido adotado pela Conferência Internacional do Trabalho (CIT) da OIT. Até o momento, seis países ratificaram a Convenção sobre Violência e Assédio, 2019 (Nº 190) – Argentina, Equador, Fiji, Namíbia,…
Dez anos após a adoção de uma Convenção histórica da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que confirmou os direitos trabalhistas de trabalhadoras e os trabalhadores domésticos, a categoria profissional ainda luta pelo reconhecimento como trabalhadores e prestadores de serviços essenciais. Clique aqui para acessar a matéria completa. Fonte: OIT Brasil
A juíza de Direito Paula Mauricia Brun, de Igrejinha/RS, determinou, em liminar, que o município cumpra a lei 14.151/21 – aquela que afasta as gestantes do trabalho presencial na pandemia – no que se refere às servidoras públicas municipais associadas a um sindicato de professores. Clique aqui para acessar a matéria completa. Fonte: Migalhas.com
Em relação a 2019 houve uma alta de 2%, mas a violência contra as mulheres cresceu em níveis mais alarmantes no Centro-Oeste (14%) e no Norte (37%). Nordeste (+3) e Sudeste (-3) apresentaram pequenas variações. No Sul, houve queda de 14%. Os números mostram que a violência contra a mulher tem trilhado uma trajetória de…