Como praticantes do candomblé no Distrito Federal lidam com preconceitos
Quando era criança, Cynthia Byar Beckman Soares sentia vibrações de energias que ela desconhecia. Era uma sensação diferente, e que aos poucos lhe provocava medo. Hoje, aos 48 anos, ela entende o porquê. Como se sua vida estivesse já predestinada, ela encontrou as respostas que precisava no candomblé. Clique aqui para acessar a matéria completa.…









