Onde o território é um local coletivo de resistência contracolonial, pertencimento e afirmação de identidade, e os corpos são expressão de luta e legado ancestral.
O que contempla:
- Quem são os Povos e Comunidades Tradicionais e Povos Originários: sua definição, legislação, localização e os segmentos que se autorreconhecem atualmente, incluindo os povos negros (quilombolas) e os praticantes das religiões de matrizes africanas, que também constituem espaços fundamentais de resistência e preservação cultural. Essas comunidades enfrentam, de forma única, o processo histórico de resistência ao racismo, ao colonialismo e à marginalização social, reafirmando suas culturas e crenças como elementos de fortalecimento identitário.
- Estratégias para a permanência dos segmentos tradicionais e originários em seus territórios: questões ligadas à reforma fundiária, como demarcação, certificação e titulação.
- Conflitos latifundiários e impactos de atividades econômicas relacionados ao agronegócio, mineração, extração de madeira e a criação de gado em terras tradicionalmente ocupadas que afetam diretamente comunidades indígenas e quilombolas.
- Crise Climática: fatores que estão ocorrendo e que impactam de forma desproporcional as populações mais vulneráveis, como os povos de matriz africana, indígenas e ribeirinhos, que são os principais guardiões do meio ambiente.
- Vozes indígenas, quilombolas, ribeirinhos, periféricas e de terreiro.
- Legislações nacionais e internacionais que garantam os direitos fundamentais dos Povos Originários e das Comunidades Tradicionais, incluindo os quilombolas e as pessoas negras e periféricas, considerando os impactos das políticas públicas e os retrocessos legislativos.
Fortalecer equipes guardiãs da agenda de educação antirracista, garantir previsão orçamentária e realizar formação continuada de professores são algumas das ações feitas pelas seis Secretarias Municipais de Educação apresentadas no estudo “Lei 10.639/03 na prática: experiências de seis municípios no ensino de história e cultura africana e afro-brasileira”, de Geledés Instituto da Mulher Negra e Instituto Alana, lançado nesta terça-feira, 20 de fevereiro. Baixe a pesquisa.
“Olha como o conhecimento ajuda a gente a mudar a imagem das coisas.”
A frase acima foi dita pela professora @laviniarocha após dar aulas sobre a África para os seus alunos. Antes, eles conheciam pouca coisa sobre o continente e a maioria das imagens que tinham era negativas.
É difícil ser negro e intelectual no Brasil…
Milton Almeida dos Santos, foi um geógrafo, escritor, cientista, jornalista, advogado e professor universitário brasileiro. Considerado um dos mais renomados intelectuais do Brasil no século XX, foi um dos grandes nomes da renovação da geografia no Brasil ocorrida na década de 1970.
Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, ampliou a seleção de projetos que atuam pela valorização das pessoas idosas em comunidades tradicionais.
Almerinda Gama e a participação negra feminina na política
Mulher negra, sindicalista e advogada, nasceu em Maceió, Alagoas, em maio de 1899, e sua trajetória é um marco crucial na história da participação das mulheres, especialmente as negras, na política brasileira. Sua história inspiradora é um testemunho de coragem, resiliência e dedicação à luta pela igualdade.
No Brasil de 2024, mulheres negras e pardas se destacam como o grupo mais afetado pela dengue, representando 26% dos casos suspeitos, totalizando 193,2 mil de quase 741 mil casos prováveis registrados. O país já contabiliza 151 mortes confirmadas pela doença, com 501 óbitos ainda em investigação.
A decisão recente da Justiça do Texas, apoiando a suspensão do aluno Darryl George por usar tranças, destaca a dura realidade da discriminação racial.
Pelas veias dos Indígenas e do rio corre hoje o mercúrio. A comunicadora Samela Sateré Mawé mostra as consequências devastadoras do garimpo ilegal para bebês, crianças e mães Munduruku. Assista e compartilhe o vídeo.
O Instituto Iepé recebe com grande tristeza a notícia sobre a morte de Aldo Antonio Wai Wai, liderança indígena e cacique da aldeia Kwanamari, situada no rio Mapuera, na porção paraense do Território Wayamu.
O DJ Eric Terena (@ericterena) respira música desde cedo. Seu povo, os Terena, da Terra Indígena Cachoeirinha, no Pantanal sul-mato-grossense, é muito musical. Ele é instrumentista desde a infância, seus primos têm uma banda indigena de rock, a Control A, seu pai trabalha em uma rádio e toda a família canta e dança.